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4.10.10
PiaR afterwork, take III
pela lista de presenças confirmadas no facebook, o PiaR afterwork III promete...
27.1.10
base de dados de investimento publicitário do estado
hoje o diário económico anuncia que vai ser criada a referida base de dados e que a ERC (inqualificável instituição) já terá o diploma em sua posse para parecer (uuuuhhhhh....medo!). agora só fica a faltar transparência relativamente a concursos públicos na área da comunicação, bem como a adjudicações directas que por aí se multiplicam. quando se fala de comunicação fala-se de tudo o que mexe nesta área: marketing, publicidade, comunicação/rp, design, eventos etc.. é da mais elementar justiça que os processos e as decisões sejam apresentadas publicamente. e sinceramente, não consigo perceber o legislador, quando este se preocupa com uma árvore e nem sequer olha para a floresta. à boca fechada, no silêncio do anonimato (por medo de represálias) repetem-se, em conversas informais, as mais variadas acusações relativamente aos critérios de adjudicação de serviços nestas áreas (somente alguns dos prejudicados têm a coragem para recorrer a tribunal pedindo justiça). e estas acusações não incidem sobre as grandes empresas de comunicação de cada uma das áreas. as acusações recaem na miríade de micro, nano, piquenas empresas de comunicação (muitas delas virtuais)que pululam em torno do aparelho do Estado. numa altura em que o défice 2009 rondou os 9,3% (sim! a palavra escolhida é mesmo rondou, já que nos habituámos a que as contas deste Governo sejam sempre por aproximação) exige-se que a seriedade e a transparência cheguem a este campo.
quanto a isto tenho 2 certezas:
1) os custos do estado diminuiriam alguns milhões de euros (e não é especulação minha);
2) a qualidade da comunicação aumentaria (e por consequência a sua eficácia e resultados).
ne: na imagem, reprodução da estátua de Rodin "não conheço, não sei"
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26.1.10
consultoras globais de rp: definam-me consultoras globais?!

não são as melhores em cada país, mas são as melhores globalmente. é uma lista,não um ranking. ver aqui na PRWEEK. depois de ler fiquei com algumas dúvidas, mas as listas e tabelas (estas desde os meus tempos de basket escolar) provocam-me sempre uma espécie de erisipela. de acordo com o editorial do PR WEEK: "PRWeek's Global Agency Report Card tracks network performance during a 12-month period from August 2008 to July 2009. Some agencies were awarded medals based on their submissions according to four criteria:
- Business development
- People
- Network initiatives and cohesion
- External recognition
The evaluation was further supplemented by qualitative research from PRWeek's editorial team."
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13.1.10
balanços

2009 deixa algumas marcas. para memória futura (ah! como gosto desta expressão!) ficam alguns factos que num balanço rápido agitaram a minha prosperidade:
i) balsemão foi agraciado como personalidade de media da década pela M&P: justíssimo...é o único dos media tycoons que alguma vez escreveu um texto num jornal que não um relatório e contas da holding;
ii) i, é mesmo muito bom jornal; tem uma grande direcção, grandes jornalistas, grandes colunistas...rai's parta! é mesmo bom;
iii) diário económico, continua a evoluir enquanto todos os outros pararam ou involuiram,
iv) pedro reis e imago, quando todos davam a imago como morta, eis que pedro reis pega na empresa e dá-lhe uma nova vida, e ei-la de volta à arena;
v) m public relations, tem vindo a afirmar o seu espaço, sem necessitar de esticar-se nos meios da especialidade, e vários são aqueles que elogiam o excelente trabalho que realizam; ainda no campo dos newcomers, fica o registo da special one do rui calafate
vi) delta cafés,fui passar uns dias a marraquexe e no lonely planet indicavam que o melhor café de marraquexe se bebia no "café du livre"...lá fui eu (só quem viaja por marrocos é que percebe o quão necessário é, nos deslocarmos a um sítio onde nos garantem haver bom café). e, surpresa e orgulho, o café era delta;
vii) edp renováveis, que bom é atravessar espanha e ver aqueles sorrisos verdes no topo das "bentoinhas", que pelos vistos, vão continuar a ser plantados por terras e mares nunca dantes navegados. o laranja da galp também deixa boas sensações.
viii) angola ou de como o petróleo definitivamente é essencial para a economia portuguesa
ix) marcelo rebelo de sousa continuará a ser o melhor; seja na RTP (estúpida interpretação de equidade no serviço público que estes sujeitos têm) seja noutro qualquer canal, marcelo é único na sua ocupação do espaço (percebe como ninguém o campo da política e o campo dos media)
x) campanhas eleitorais: no ano de todas as batalhas, Portugal perdeu: elegeu novamente o pior que poderia ter elegido para as várias frentes possíveis: se não fosse triste daria para rir: alberto martins como ministro da justiça, santos silva como ministro da defesa, mendonça nas obras públicas, aquele senhor da segurança social na economia; é cómico-trágico. mas isso não é o mais relevante aqui: foram feitas as piores campanhas eleitorais que tenho memória. em termos de avaliação de resultados deve haver muito incompetente a tentar perceber como é que o dinheiro que se gastou (e gastaram-se muitos milhões)não teve resultados: pergunta obtusa já que a resposta é óbvia.
xi) blogs: num ano em que estive ausente gostei da companhia do PiaR, do Buzzofias, e do Food for Thought. é pena que o LPM continue a sua yellow brick road e que outros grandes comunicadores não se aventurem (tanto teriam para dizer).o alexandre e o rodrigo do Piar e o pedro (Buzzofias e Oak Brands) fazem a diferença.
xii) "marketing vencedor" e "rp sem croquete" acabam por marcar o campo editorial do ano 2010
xiii) a distinção de "campanha do ano", vai sem dúvida para aquela feita pelas farmacêuticas produtoras da vacina da gripe A, sobretudo porque conseguiram enganar os mesmos duas vezes...e como não há duas sem três, cá estaremos daqui a 2-3 anos para dar a mesma distinção às mesmas farmacêuticas por uma "outra gripe qualquer"
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29.10.08
a coisa não está fácil aqui ao lado!

‘La crisis afecta a todos los sectores y stakeholders, tiene alcance mundial, costará muchos puestos de trabajo y provocará que más de una compañía tenga que cerrar', declaração de Benito Berceruelo, Consejero Delegado de Estudio de Comunicación, hoje, ao Diário Cinco Dias
28.10.08
24.10.08
Youngnetwork / Cohn and Wolfe


Habituei-me a gostar da Cohn and Wolfe. Porque inovou, porque se antecipou porque lutou e porque soube construir uma reputação. A partir de agora a Youngnetwork, que já representava a GCI (que se fundiu recentemente com a C&W), representa em Portugal e na Croácia a C&W. Boas notícias para ambas (Young+C&W).
A C&W é uma empresa WPP, o que faz da Youngnetwork prima da Hill & Knowlton e da Lift.
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17.9.08
a fórmula de sucesso: KH+KW

Apanhei esta expressão no meio de uma entrevista de um CEO de uma consultora de comunicação. Há muito tempo que nada me soava tão certo:
"não interessa o know how se não houver know who"
7.7.08
Mais reflexões
Enquanto não chega a "mega teoria sobre as novas empresas" ficam mais umas perguntas.
O mercado nacional das RP tem, desde há alguns anos, vindo a ser enriquecido com a entrada de empresas espanholas. Assim de repente lembro-me da Citigate Sanchis, Inforpres, Estudio de Comunicacion. Para já não falar das networks internacionais (Hill & Knowlton, Porter Noveli Weber Shandwick).
Se é certo que o grosso do mercado continua nas mãos de grupos Portugueses independentes, pode questionar-se a sua exclusiva actuação em território nacional (com excepção, que eu saiba, da operação croata da youngnetwork). Se não há massa crítica para lançar operações individuais fora de portas, pergunto quais as razões que impedem as empresas portuguesas de dar as mãos e lançarem operações profissionais conjuntas sólidas em Espanha ou em outros mercados? Será que a vaidade e os humores são superiores ao racionalismo económico? Ou haverá uma aversão enorme ao risco que torna este sector o mais fiel retrato do empresariado nacional? Enfim ficam estas questões que, no fundo, são também mágoas...
O mercado nacional das RP tem, desde há alguns anos, vindo a ser enriquecido com a entrada de empresas espanholas. Assim de repente lembro-me da Citigate Sanchis, Inforpres, Estudio de Comunicacion. Para já não falar das networks internacionais (Hill & Knowlton, Porter Noveli Weber Shandwick).
Se é certo que o grosso do mercado continua nas mãos de grupos Portugueses independentes, pode questionar-se a sua exclusiva actuação em território nacional (com excepção, que eu saiba, da operação croata da youngnetwork). Se não há massa crítica para lançar operações individuais fora de portas, pergunto quais as razões que impedem as empresas portuguesas de dar as mãos e lançarem operações profissionais conjuntas sólidas em Espanha ou em outros mercados? Será que a vaidade e os humores são superiores ao racionalismo económico? Ou haverá uma aversão enorme ao risco que torna este sector o mais fiel retrato do empresariado nacional? Enfim ficam estas questões que, no fundo, são também mágoas...
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4.7.08
Negócio do dia
PRWeek reporters 03-Jul-08
WPP has drawn up secret plans to create a global super-agency in a bid to rival the likes of Edelman, Weber Shandwick and Ketchum.
The new venture is being formed out of existing WPP agencies Cohn & Wolfe and GCI. It will trade as Cohn & Wolfe.
WPP bosses were understood to be putting the final touches to the plan as PRWeek went to press.
Media statements have already been drafted and an announcement is expected in the next few weeks. WPP is currently seeking new premises in London to house the UK arm of the merged consultancy.
The marcoms giant is merging the two agencies to gain a global reach and consolidate overlapping practices.
In the UK, the move will see C&W's 100-strong outfit merge with GCI's 40-strong unit by the end of the summer. It will bring an estimated 14 C&W offices in Europe and the US together with an estimated 43 GCI offices worldwide. As yet, no redundancies are expected.
The new company will have a combined UK fee income of £14.25m - placing it at number 11 in this year's PRWeek Top 150. Other WPP agencies Hill & Knowlton and Burson-Marsteller are at numbers six and 15 respectively.
Global CEO Donna Imperato is believed to have instigated the move. A source close to the business said: ‘It is definitely going to happen and it's imminent... Donna Imperato is running the show.'
C&W UK chief executive Fiona Noble will retain her role in the new venture following her recent appointment from Freud.
GCI chief executive Mark Cater will take on an as-yet-unspecified new role. C&W and GCI have forged close links since WPP bought GCI in 2004.
Time line
July 2008 Final preparations for merger of Cohn & Wolfe and GCI Group
June 2008 Fiona Noble starts as CEO at C&W London
April 2008 C&W buys tech shop Axicom
July 2006 Mark Cater made UK CEO at GCI
January 2006 GCI Healthcare team moves into C&W offices
April 2005 Donna Imperato named CEO of C&W/GCI holding company
WPP has drawn up secret plans to create a global super-agency in a bid to rival the likes of Edelman, Weber Shandwick and Ketchum.
The new venture is being formed out of existing WPP agencies Cohn & Wolfe and GCI. It will trade as Cohn & Wolfe.
WPP bosses were understood to be putting the final touches to the plan as PRWeek went to press.
Media statements have already been drafted and an announcement is expected in the next few weeks. WPP is currently seeking new premises in London to house the UK arm of the merged consultancy.
The marcoms giant is merging the two agencies to gain a global reach and consolidate overlapping practices.
In the UK, the move will see C&W's 100-strong outfit merge with GCI's 40-strong unit by the end of the summer. It will bring an estimated 14 C&W offices in Europe and the US together with an estimated 43 GCI offices worldwide. As yet, no redundancies are expected.
The new company will have a combined UK fee income of £14.25m - placing it at number 11 in this year's PRWeek Top 150. Other WPP agencies Hill & Knowlton and Burson-Marsteller are at numbers six and 15 respectively.
Global CEO Donna Imperato is believed to have instigated the move. A source close to the business said: ‘It is definitely going to happen and it's imminent... Donna Imperato is running the show.'
C&W UK chief executive Fiona Noble will retain her role in the new venture following her recent appointment from Freud.
GCI chief executive Mark Cater will take on an as-yet-unspecified new role. C&W and GCI have forged close links since WPP bought GCI in 2004.
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July 2008 Final preparations for merger of Cohn & Wolfe and GCI Group
June 2008 Fiona Noble starts as CEO at C&W London
April 2008 C&W buys tech shop Axicom
July 2006 Mark Cater made UK CEO at GCI
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24.6.08
crónicas # 13 OJE Rentabilidade das empresas de comunicação
Há uns anos falava eu com o dono de um bar, e perguntei-lhe como tinha ido parar ao negócio da "noite". Espantado, respondeu-me que o negócio dele não era a "noite", mas sim a "venda de gelo". A rentabilidade dele andava na casa dos 290%. E qual é o negócio das empresas de comunicação? Venda de criatividade, resolução de problemas, aconselhamento? Nada disso, o negócio é vender tempo de utilização do cérebro a terceiros. O sucesso das empresas de comunicação depende do volume de unidades de tempo de utilização do nosso cérebro, que conseguimos vender a clientes. Quanto melhor o nosso cérebro, mais eficientes somos: 1) fazemos mais e melhor em menos tempo; 2) o custo por unidade de tempo de cérebros melhores é maior. O problema das empresas de comunicação reside precisamente aqui: ter bons cérebros ao seu serviço para os fazer trabalhar bem, durante muitas horas, ao serviço de clientes. Vejamos um exemplo: imagine-se uma empresa com 18 colaboradores (todos client facing) com um custo médio de hora/homem na casa dos 100€, com lucros antes de impostos de cerca de 230.000€ (facturação de 1,7 milhões €): 13% de rentabilidade. À primeira vista parece óptimo! Mas se fizermos contas vemos que cada pessoa só cobra cerca de 21 horas semanais. O que se passa nas outras? O mais angustiante do exemplo, é vermos que bastariam mais 4 horas/homem de trabalho cobrado, para a rentabilidade subir acima dos 20%. E ainda dizem que a formação não vale a pena
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31.5.08
prémios meios & publicidade 2007
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Mybrand
Agência de Meios
Espaço OMD
Agência de Marketing Relacional
Wunderman
Agência de Marketing Digital
Fullsix
Agência de Comunicação
Lift
Agência de Eventos
Action4 Ativism
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28.5.08
o comentário de LPM à movimentação de mercado
"Em tempos resumi assim a base da minha observação sobre o mercado das consultoras de comunicação.Quando aprecio sumariamente o que fazem as empresas percebidas como congéneres da LPM utilizo um critério simples: “puxa para cima” o sector ou “empurra para baixo”?
Estou sempre do lado dos que “puxam para cima” – porque, indirectamente, também estão a “puxar para cima” a LPM.
Fico desgostoso com os episódios que “empurram para baixo” – pelas razões opostas.
Escrevi esta reflexão a propósito deste negócio.
Repito-a hoje a propósito da fusão que se anuncia entre duas consultoras históricas e conceituadas.
O nosso sector precisa de empresas maiores e mais bem estruturadas. Isso trará lideranças amadurecidas. Todos ficamos mais fortes."
Concordo e elogio a posição coerente do Luís.
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mercado "on the move"
Marketing Lift quer adquirir Imago
28 de Maio de 2008
por Filipe Pacheco
Meios e Publicidade
A Lift lançou uma proposta de aquisição à Imago que, a ser concretizada, fará com que Carlos Matos e Madalena Martins, donos da Imago, passem a ser sócios de Salvador da Cunha, único accionista do grupo Bairro Alto, que detém a Lift, apurou o Meios & Publicidade.
Contactado pelo M&P, Salvador da Cunha não quis comentar esse cenário. No entanto, confirmou a existência de uma aproximação entre as empresas com o objectivo de reunir uma estrutura com as “extraordinárias competências das duas estruturas”. “Somos duas empresas com práticas de líderes de mercado e, nesse sentido, queremos reforçar essa posição”, diz. Além do mais, acrescenta, a Lift tem vindo a registar uma boa performance no mercado pelo que foi decido implementar uma estratégia de crescimento mais agressiva. As semelhanças no posicionamento das duas agências também acabaram por determinar a abertura de conversações: “São parecidas do ponto de vista cultural e ético, pelo que faz todo o sentido esta aproximação”.
Estão assim vários cenários em aberto: a criação de uma holding em que a Imago se juntará às outras empresas integradas no grupo Bairro Alto, uma fusão ou então a manutenção da independência das empresas, apesar de continuar a existir uma estrutura accionista comum. O certo é que as insígnias Lift e Imago continuarão, pois não “faria sentido fazer cair duas marcas com tanta força no mercado”, esclarece Salvador da Cunha. Já em relação à autonomia do trabalho com os clientes, o patrão do grupo Bairro Alto garante estarem todas as possibilidades em aberto.
Do lado da Imago, Carlos Matos explica a aproximação: “O nosso objectivo é estudar as melhores alternativas. A ideia é criar sinergias, embora as equipas se mantenham. A única coisa que se altera é que passaremos a ser sócios”, detalha, dando também como certa a manutenção das insígnias e a autonomia das equipas com os respectivos clientes.
Com a parceria pretende-se criar um “grupo líder na consultoria em comunicação e relações públicas em Portugal”, diz. A aproximação entre Carlos Matos e Salvador da Cunha, acrescenta, surgiu pela credibilidade que aquele vota no actual presidente da APECOM: “Chegámos à conclusão que o Salvador da Cunha era a pessoa certa, por ser uma pessoa com um grande valor. Juntando o meu know-how e o da Madalena [directora da Imago] com o do Salvador, ficaremos mais fortes”.
Ainda assim, nega que esta aproximação tenha surgido para fazer face à perda de protagonismo que a Imago poderia estar a perder no mercado: “A Imago não perdeu importância, até porque o ano de 2007 foi um dos melhores para a empresa. Essa é uma ideia fabricada por alguma concorrência. Basta olhar para a nossa carteira de clientes para se perceber a vitalidade da empresa”, advoga.
A Imago tem, neste momento, clientes como a Galp, a Sonae Sierra, a MTV ou a Unilever. Já a Lift trabalha com a Media Capital, a Jerónimo Martins, a Samsumg, entre outras.
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20.5.08
grupos de comunicação globais
O trabalho efectuado pela briefing na sua última edição sobre os grupos de comunicação é pobre. Não sou o único a dizer isto. Já LPM o mencionou no seu "lugares".
É pobre porque não aborda questões estratégicas relacionadas com a construção destes grupos.
Não fala sobre o portfolio de negócios de cada um numa perspectiva comparada.
Não fala sobre o histórico de cada um deles.
Não há uma única entrevista prospectiva (nem que por e-mail fosse) aos responsáveis EMEA de cada um dos grupos.
Não há análise sobre o mercado português e as apostas para Portugal destes grupos.
Não há igualmente, qualquer análise do sector das RP, ou como saloiamente se diz em Portugal, da comunicação empresarial.
A dimensão e a importância do sector em geral, e das RP em particular, mereciam uma abordagem mais séria. Ficaremos à espera que isso apareça um dia...pela mão de alguém.
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6.5.08
Tiago Viegas entrou na Brandia Central
Há 40 kg atrás este homem foi meu aluno. Agora é director criativo da Brandia Central. Tem excelentes ideias. Pensa bem que magoa e tem uma cultura publicitária que dói. Foi aluno de Licenciatura de Relações Públicas. E recentemente confessou que se não fosse esta base nunca teria sido um bom criativo. É bom vê-los crescer e a ter sucesso. Se ele ler isto fica um abraço...pensando melhor, esquece! O diâmetro já é maior do que a minha amplitude de braços!
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30.4.08
ética na comunicação # 1
O joão duarte apresentou as regras da sua empresa aqui. As regras que defende apresentam em si, enormes dilemas morais que faz com que cada eventual conflito consuma imenso tempo a ser analisado, correndo-se mesmo o risco de não ser resolvido.
Sobre estes temas recordo que para além do Código de Atenas, há o Código de Lisboa e o Código de Estocolmo. Era bom que em Portugal, à semelhança do que acontece noutros países, e com outras profissões, a ética empresarial não fosse só "wishful thinking".
Há muito que decidi que, pessoalmente, nunca trabalharei com empresas ou entidades que no desenvolvimento das suas actividades ponham em causa a dignidade humana. Não porque um Código qualquer me obrigue, mas porque a minha consciência católica me leva a pensar desta maneira.Este é o meu ponto de partida. Sobre esta premissa construo o resto. Mas é perigoso que uma actividade que pode ter tantas consequências sobre a sociedade, fique à mercê da consciência moral individual... é que nem todas são boas.
Sobre estes temas recordo que para além do Código de Atenas, há o Código de Lisboa e o Código de Estocolmo. Era bom que em Portugal, à semelhança do que acontece noutros países, e com outras profissões, a ética empresarial não fosse só "wishful thinking".
Há muito que decidi que, pessoalmente, nunca trabalharei com empresas ou entidades que no desenvolvimento das suas actividades ponham em causa a dignidade humana. Não porque um Código qualquer me obrigue, mas porque a minha consciência católica me leva a pensar desta maneira.Este é o meu ponto de partida. Sobre esta premissa construo o resto. Mas é perigoso que uma actividade que pode ter tantas consequências sobre a sociedade, fique à mercê da consciência moral individual... é que nem todas são boas.
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29.4.08
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