18.12.08

encerrado para balanço


quem me conhece sabe onde me encontar.depois de 200 e tal posts e 10 000 visitas convém parar para analisar... até breve.

17.12.08

ele avisou que ia andar por aí


Como diz Pedro Lomba hoje no Diário Económico, pelo menos sabemos que a animação estará garantida!

cortes



O grupo Omnicom prepara-se para anunciar o corte de custos em Portugal. A descida do investimento publicitário para o próximo ano, que se fala dever rondar os 25-30%, é a razão que vai levar à reestruturação da área de compra de espaço e planeamento de meios dos negócios de publicidade do grupo em Portugal. Para além das centrais deste Grupo também as outras se preparam para anunciar (ou pelo menos agir!) cortes de estrutura. A crise começa a chegar ao mundo real, da pior maneira possível. Pena é que os gestores, apertados com as novas directrizes financeiras, não optem pela redefinição de processos, reinvenção e reestruturação funcional, e cortem (muitas vezes da forma menos racional)em despesas que ainda pensam que são acessórias no seu desenvolvimento de negócio, i.e., despesas em comunicação.

16.12.08

A crise inspira



eu sei que o buzzófias já tinha exibido (obrigado por isso), mas como este blog é o meu registo pessoal (também!) fica aqui para eu me lembrar.

os contemporâneos pela sua qualidade, nem parecem um aposta da RTP...são bons, muito bons.se uns são gatos, há outros que desde o início ameaçam tornar-se leões. e o nuno lopes é provavelmente um dos mais completos e humildes actores portugueses.

prós e contras: o que vem aí ?


Alguns apontamentos sobre o debate de ontem:

1º D. José Policarpo apresentou em poucas palavras aquilo que de facto deve ser questionado nestes tempos conturbados, e formulou a questão da noite: vivemos uma crise do modelo (desenvolvimento) ou é o modelo que está em crise? Que grande homem e grande cabeça ele é (como a seu tempo Eduardo Prado Coelho afirmou!)

2º Há pessoas que de facto não deveriam abrir a boca, particularmente nos momentos em que são invadidas pelo espírito de Habermas, Derrida e Deleuze (que como sabeis conduz a que as pessoas só digam disparates e vacuidades niilistas umas atrás das outras).

3º A crise que vivemos, mais do que financeira-económica, tem na raíz uma dimensão ética-moral com reflexos a nível espiritual. E quem tentar resolver esta crise desprezando a dimensão ético-moral, as noções do bem e do mal (para o Homem) e o humanismo radical (para mim prefiro do ponto de visto teórico-político a Doutrina Social da Igreja, e um conservadorismo de valores) está apenas a adiar a próxima crise.

Jornalistas de "trade"

Ontem dei esta informação . Hoje os jornais especializados trataram de a "universalizar".

Não era desprovido de sentido que tal como os bloggers responsáveis dizem quais as suas fontes e as indicam (no início da minha actividade bloggista fui chamado à atenção, e bem!, por um ilustre líder de opinião sobre esta questão), os jornalistas fizessem o mesmo.

A reputação do Santander


O Banco Santander logo que a crise financeira se implantou por estes lados tratou de ir para a rádio com um spot em que a música de fundo era o "Solid as a rock", um hit de asford and simpson dos anos 70. Ontem foi anunciado que a sucursal suiça do banco santander perdeu 2,3 biliões de Euros na fraude Madoff. O que aconselhar nestas ocasiões? Para além de aconselhar a terem mais cuidado para não seguirem uma estratégia de comunicação arrogante, sugere-se ainda que mudem a banda sonora para esta...por uma questão de honestidade

15.12.08

Mudanças em 2009


Mudanças para o próximo ano: Teresa Figueira assume a DG da Hill & Knowlton e Nadim Habib vai para a Formação de Executivos da Universidade Nova. Por sua vez a Porter Novelli também vai alterar as suas estruturas já que Juan Cruz Más abandonou a presidência ibérica da companhia depois de um ano extraordinário (vendeu a quota que ainda detinha) com eventuais alterações na Porter Novelli Portugal onde Mariana Vitorino era a sua pessoa de confiança. Entretanto para além da Lewis PR e do seu activissimo VP para o Sul da Europa, assegurou-me um jornalista espanhol desta área, que pelo menos mais 3 empresas (2 com base em Madrid e 1 em Barcelona) se preparam para entrar em Portugal no 2º semestre de 2009.

Se nos primeiros casos se mudam as figuras mas persiste a orientação e, por certo, a qualidade do trabalho, os segundos vão abanar o middle market português...afinal de contas, a profissionalização das agências em Espanha começou há mais tempo, o mercado português a médio prazo é rentável para as espanholas, elas precisam de novos segmentos e estão dispostas a perder dinheiro dando excelente qualidade de serviço, durante um tempo, para depois vingarem pela massa crítica alavancada.

Movimentos interessantes para serem acompanhados. Como alguém dizia há uns tempos, a crise nem sempre é uma ameaça...solo lo es para los que tienen menor cualidad, preparacion y vision

É tudo uma questão do número de dioptrias que os gestores portugueses insistirem em usar