25.7.08
23.7.08
Reputação e CEO's

Na palestra que dei sobre "Reputação" no Lift Summer Camp 2008, a certa altura alguém me perguntava sobre o impacto dos líderes empresariais sobre a reputação de empresa. Tentei explicar a "essencialidade" da questão, e vim para a casa a pensar sobre a pouca atenção que é dada em Portugal a esta componente chave da reputação das empresas. No meu arquivo encontrei este documento. Pode ser que seja útil.
on the move

por causa desta notícia e desta, é público que há bloggers que em Agosto vão gozar merecidas férias e preparar regressos em Setembro. E se esses bloggers forem de férias e andarem de táxi e perderem os telemóveis, blackberries, qtek or whatever nesses táxis, que tenham a sorte (em calão, "a vaca"!!!) que outros bloggers tiveram.
18.7.08
En España como en Portugal: 2008 será el año del consumismo ?! lol
2008 - Año del consumismo
ALÉGRESE!
SEGÚN LOS MAS ENCUMBRADOS EXPERTOS EN ECONOMÍA, MARKETING Y TENDENCIAS DEL
CONSUMIDOR, 2008 SERÁ EL AÑO DEL... C O N S U M I S M O
TENDRÁ QUE QUEDARSE:
CONSU-MISMO COCHE
CONSU-MISMO SUELDO
CONSU-MISMO TECHO
CONSU-MISMO VESTUARIO
Y CON MUCHA SUERTE, QUIZÁS
CONSU-MISMO TRABAJO!
ALÉGRESE!
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CONSUMIDOR, 2008 SERÁ EL AÑO DEL... C O N S U M I S M O
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CONSU-MISMO COCHE
CONSU-MISMO SUELDO
CONSU-MISMO TECHO
CONSU-MISMO VESTUARIO
Y CON MUCHA SUERTE, QUIZÁS
CONSU-MISMO TRABAJO!
Retrato das RP Portuguesas na Global Alliance

O trabalho que tem vindo a ser feito pela Global Alliance é muito interessante. Regularmente disponibiliza bons conteúdos e tem no World PR Festival o seu momento alto do calendário anual. Numa das partes do seu site, pode ver-se um relatório sobre Portugal, feito por uma equipa da ESCS e com o aval da Mafalda Eiró Gomes. Esse relatório pode ser consultado aqui. É mais um bom contributo para a memória das RP no nosso país.
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17.7.08
Vale a pena ler isto

Este é um "must have"; o livro de K.D.Paine vale o que custa, e apresenta-nos uma visão completa de como medir relacionamentos públicos.
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Edelman em maus lençóis

"Green campaigners this week descended on the European headquarters of PR agency Edelman in an attempt to ‘reclaim the PR machine for normal people'.
PR Week, 17.07.2008
Activists from Oxford Climate Action arrived at the London office of Edelman on Wednesday morning, alleging a massive 'greenwashing' campaign by the agency's energy client E.ON.
Several protesters gained access to the PR firm, while others climbed on to the roof to unfurl a banner.
Labour MP John McDonnell stopped by to lend his support to Oxford Climate Action's stunt.
It said the demonstration aimed to 'highlight the insanity of investing in new coal power stations such as Kingsnorthin the face of human-caused climate change'.
The group also described Edelman as having 'a long record of involvement with ethically questionable companies, including AstraZeneca, Wal-Mart and Pfizer'.
Click HERE to watch Edelman CEO Robert Phillips talking about the protests.
Protester Debbie Locke said: 'Edelman is telling E.ON to say that Carbon Capture and Storage [CCS] can help, but CCS is an unproven technology and 20 years away at the earliest. We are here to reclaim the PR machine for normal people who want to see real action on climate change, not another dose of corporate greenwash.'
Edelman's UK CEO Robert Phillips posted a blog entry and video after the protest, but expressed disappointment that the campaigners did not want to speak to him. 'I would be absolutely happy to have a free and open debate with them, but they aren't interested,' he said. 'We are proud of ukour work with E.ON in tackling climate change issues.'
The PRCA hit out at the protesters. Director general Francis Ingham said: 'These people should stop childishly ranting against things they disagree with, and start talking."
16.7.08
dúvidas esclarecidas sem filtro!_2
O Sem Filtro da Ipsis simpaticamente reagiu ao post que coloquei abaixo. Ainda bem que o fez porque veio esclarecer as dúvidas que tinham ficado nas entrelinhas de um outro post sobre a Lift e a Burson Marsteller, e sobre a oportunidade das escolhas da segunda sobre o mercado português. Curiosamente quer a Lift como a Burson foram eleitas em 2007 respectivamente a agência portuguesa do ano e agência europeia do ano. E se calhar é tão só isso que presidiu à escolha da Lift por parte da Burson Marsteller, e à escolha da Burson Marsteller por parte da Lift: as boas consultoras gostam de boas consultoras. Note-se que eu não disse "as melhores", disse somente, "as boas". E é disso que se trata. Ainda bem que assim é... porque a fasquia fica mais alta ("mútua exigência"). Tenho uma enorme honra de ter ajudado o Salvador neste acordo entre boas consultoras, bem como de ter trabalhado na Lift estes anos. Quanto à Ipsis, ainda bem que tem o acordo internacional que tem, a FH é uma boa consultora. Infelizmente da Ipsis só conheço a Filipa com quem coincidi na ESCS, e a quem muito prezo. Por fim, relativamente aos comentários anónimos: se há coisa de que me acusam é precisamente do meu voluntarismo e do facto de nunca me esquivar a nada. Foi e é assim no Insubmisso, do qual fui fundador, como agora é no on-pr. Um abraço para o Telmo
11.7.08
subsídios para uma teoria sobre o empreendedorismo em consultoria em RP em Portugal (parte I)

Após ter recebido muitos comentários e e-mails, e de eu próprio ter estado a tentar estruturar todos os contributos, aqui surge o primeiro esboço. Apresentam-se de seguida os 4 factores que interagem na decisão de se criar uma nova empresa de consultoria em RP, partindo de "quadros médios e superiores" de outras consultoras:
Factores socioeconómicos
*Crescimento da relevância na Gestão de Empresas da área de PR e do seu conhecimento associado
*Maior sofisticação dos decisores empresariais
*Maior cientificidade da indústria
*Maior demonstração do retorno financeiro dos investimentos na área
*Contexto económico favorável a investimento em relações com stakeholders mais eficazes e mais eficientes
Factores industriais
*Mercado dinâmico e com múltiplas oportunidades de negócio associadas
*Ausência de segmentação técnica que permite a estratificação e ocupação de nichos
*Barreiras financeiras reduzidas à entrada
*Segmento mais simples do negócio sem barreiras de competência ou técnicas
Factores empresariais
*Avaliação negativa do modelo de negócio vigente
*Discordância com a visão estabelecida, missão e valores do projecto onde se encontram (estratégica)
*Desajustamento cultural
*Desajustamento estrutural
*Alteração de expectativas
*Utilização comercial potencial de inovações e oportunidades de mercado
*Modelos de remuneração desadequadas
*Modelos de gestão de capital intelectual errados
*Modelos de recursos humanos desajustados
Factores pessoais
*Capital intelectual
Knowledge e Know How
*Capital relacional
Networking
Profundidade relacional com elementos críticos de negócio (decisores, líderes de opinião, líderes públicos, jornalistas etc.)
*Capital gestionário
Desenvolvimento de modelo de negócio próprio
Inovação crítica
“Visionarismo”
Empreendedorismo
Desmotivação ou descontentamento
Ficarei a aguardar os V. comentários e e-mails. Muito obrigado a todos os contribuintes desta teoria conjunta
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9.7.08
Negócio do dia
Lift representa Burson e ultima acordo com Imago. 2008/07/09.Natividade Simões. Jornal Briefing. A Burson-Marsteller acaba de trocar o acordo de afiliação não exclusivo que tinha com a C&C, por um outro, agora exclusivo, com a Lift Consulting.A Lift Consulting vai passar a representar no mercado nacional a multinacional de comunicação Burson-Marsteller (BM), na sequência de um acordo de afiliação exclusiva firmado entre esta última e a empresa dirigida por Salvador da Cunha.
«É como se fossemos uma delegação deles. Temos acesso a tudo sem participação no capital social», explicou ao briefing o director-geral da agência. Salvador da Cunha, que acrescentou que os termos do acordo implicam que a Lift dê apoio a todos os clientes Burson-Marsteller em Portugal, tal como esta dará internacionalmente aos clientes Lift que o necessitem. «Já temos duas ou três coisas para começar a trabalhar», adiantou Salvador da Cunha, sem no entanto revelar detalhes. Refira-se que internacionalmente a Burson trabalha nomes como McDonalds, Sony Electronics, Cadbury Schweppes, Repsol, SmithKline Beecham, Tetra Pak, Unilever, Coca-Cola ou Glaxo, entre muitos outros.
Quanto a uma possível entrada da BM no capital social da empresa portuguesa, o responsável da Lift confidenciou ao briefing que «essa hipótese já se levantou» mas que isso não está no horizonte. Mas não deixou de lembrar que «o futuro a Deus pertence».
Salvador da Cunha frisou ainda que com esta parceria «conseguiremos oferecer aos nossos clientes o melhor que existe no mundo em termos de aconselhamento integrado em comunicação estratégica e em implementação eficaz, baseados na nossa própria experiência e no conhecimento, pesquisa e inovação da Burson-Marsteller».
Aliás, a designação Burson-Marsteller vai passar a marcar presença na identidade da consultora portuguesa.
Com este acordo de afiliação, a network de comunicação do grupo WPP troca a colaboração que nos últimos anos mantinha com a C&C, de Alexandre Cordeiro, com a qual tinha um acordo de afiliação não exclusiva, por uma situação de exclusividade com a Lift.
Em comunicado enviado ontem, Jeremy Galbraith, CEO da Burson-Marsteller EMEA, congratula-se com a parceria agora estabelecida. «Irá acrescentar valor à nossa capacidade de oferta na Europa do Sul e em particular na Península Ibéria, onde estamos empenhados em crescer», referiu.
Recorde-se que, há uns anos, a Burson- Marsteller já teve um escritório em Lisboa, que acabaria por encerrar.
8.7.08
Liga dos Últimos
Esta é a minha sentida homenagem ao melhor programa da televisão portuguesa. E, por inerência, àquela que é a melhor claque do futebol nacional: a ultracopos do Barreirense ("Aiiiii...o que alcooool faaaaaaaaazzzz, o que o alcoooooooool fazzzzz, aqui a este rapazzzzzzzzzzzz!")
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Mais reflexões (II)
Após o comentário do Luís apenas venho acrescentar alguns dados: 1-de acordo com o relatório de 2007 da ICCO, as empresas de RP espanholas (via ADECEC)cresceram de 2006 para 2007, em média 15%; as expectativas destas mesmas empresas para o próximo ano apontam para que, apesar do cenário recessivo, o crescimento ocorra a um ritmo superior a 8%.
2-O mercado de RP na península ibérica (PT+ES) de acordo com os relatórios e contas dos grandes grupos, está a crescer a um ritmo de 2 dígitos, não por migração orçamental de outras disciplinas, mas por entrada no mercado de novos clientes até agora insensíveis às RP, mas que começam agora a aperceber-se daquilo que já é uma evidência em mercados mais maduros: o ROI das RP é bem superior ao de qualquer outra disciplina da comunicação.
3- Devido ao fraco desempenho da economia nacional, cada vez (felizmente) mais empresas Portuguesas arrancam para processos de internacionalização, sendo o espaço de expansão natural as províncias espanholas mais próximas (Galiza+ Extremadura)e em momento subsequente as outras províncias que requisitam logística mais sofisticada.
Face a isto continuo a ter as minhas mágoas, mas a manter a minha esperança.
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roi
KRM in the internet: para pensar pela manhã
If you make customers unhappy in the physical world, they might each tell 6 friends. If you make customers unhappy on the Internet,they can each tell 6,000 friends.
Jeff Bezos -- founder, president, CEO of Amazon.com
7.7.08
Negócio do dia
Publicis acquires legendary Wall Street PR agency Kekst
NEW YORK - Publicis Groupe has acquired the US financial PR agency Kekst and Company, in a deal reputed to be worth over $100m.
Kekst is more used to advising its clients on such announcements, having worked on more than 3,000 deals since it was set up in 1970, according to The Wall Street Journal.
Under the ownership of Publicis, the New York-based agency will continue to operate autonomously under the Kekst name as a member of Publicis' specialised agencies and marketing services division. Founder Gershon Kekst will continue in his role as chief executive.
Maurice Levy, chairman and CEO of Publicis, said: "Kekst and Company is the premier strategic and financial public relations firm in the world with a client base that is second to none.
"Its well-earned reputation reflects the cumulative judgment and experience of professionals who have been at the centre of many of the most high-profile, complex business communications challenges over the past three-and-a-half decades."
Recent deals Kekst has worked on include: the Dow Jones sale to Rupert Murdoch's News Corporation, in which it represented the Bancroft family; the proposed IPO of Kohlberg Kravis Roberts & Co; and Coca-Cola's acquisition of Glaceau.
According to a report by Corporate Control Alert, it has worked on more M&As in the US market than any other PR agency.
As well as handling mergers and acquisitions, Kekst is known for its crisis management skills, litigation support and work on bankruptcies and restructuring.
Gershon Kekst said: "We have high expectations for this combination as it will preserve the best characteristics of our firm and its culture, while offering us opportunities to grow with the support of a well respected global communications partner."
Details of the deal were not revealed, but the Wall Street Journal reports it is rumoured to be between $100m and $200m.
by brandrepublic
NEW YORK - Publicis Groupe has acquired the US financial PR agency Kekst and Company, in a deal reputed to be worth over $100m.
Kekst is more used to advising its clients on such announcements, having worked on more than 3,000 deals since it was set up in 1970, according to The Wall Street Journal.
Under the ownership of Publicis, the New York-based agency will continue to operate autonomously under the Kekst name as a member of Publicis' specialised agencies and marketing services division. Founder Gershon Kekst will continue in his role as chief executive.
Maurice Levy, chairman and CEO of Publicis, said: "Kekst and Company is the premier strategic and financial public relations firm in the world with a client base that is second to none.
"Its well-earned reputation reflects the cumulative judgment and experience of professionals who have been at the centre of many of the most high-profile, complex business communications challenges over the past three-and-a-half decades."
Recent deals Kekst has worked on include: the Dow Jones sale to Rupert Murdoch's News Corporation, in which it represented the Bancroft family; the proposed IPO of Kohlberg Kravis Roberts & Co; and Coca-Cola's acquisition of Glaceau.
According to a report by Corporate Control Alert, it has worked on more M&As in the US market than any other PR agency.
As well as handling mergers and acquisitions, Kekst is known for its crisis management skills, litigation support and work on bankruptcies and restructuring.
Gershon Kekst said: "We have high expectations for this combination as it will preserve the best characteristics of our firm and its culture, while offering us opportunities to grow with the support of a well respected global communications partner."
Details of the deal were not revealed, but the Wall Street Journal reports it is rumoured to be between $100m and $200m.
by brandrepublic
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Crónicas de Nárnia
Há uma coisa que no jornalismo Português, e em particular no público Português, me continua a surpreeender, apesar de há anos assistir aos fenómenos mais estranhos e incompreensíveis: alguém me explica como é que em média 1935 pessoas (dados APCT) continuam a ler o Semanário? Mais, dado como morto por 752 vezes, o dito pasquim continua a sair todas as semanas, embora todos saibam da sua insolvabilidade! Tudo isto são mais do que razões para chamar ao dito cujo "O Felino", embora eu estime que as 7 vidas já se tenham ido.
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Mais reflexões
Enquanto não chega a "mega teoria sobre as novas empresas" ficam mais umas perguntas.
O mercado nacional das RP tem, desde há alguns anos, vindo a ser enriquecido com a entrada de empresas espanholas. Assim de repente lembro-me da Citigate Sanchis, Inforpres, Estudio de Comunicacion. Para já não falar das networks internacionais (Hill & Knowlton, Porter Noveli Weber Shandwick).
Se é certo que o grosso do mercado continua nas mãos de grupos Portugueses independentes, pode questionar-se a sua exclusiva actuação em território nacional (com excepção, que eu saiba, da operação croata da youngnetwork). Se não há massa crítica para lançar operações individuais fora de portas, pergunto quais as razões que impedem as empresas portuguesas de dar as mãos e lançarem operações profissionais conjuntas sólidas em Espanha ou em outros mercados? Será que a vaidade e os humores são superiores ao racionalismo económico? Ou haverá uma aversão enorme ao risco que torna este sector o mais fiel retrato do empresariado nacional? Enfim ficam estas questões que, no fundo, são também mágoas...
O mercado nacional das RP tem, desde há alguns anos, vindo a ser enriquecido com a entrada de empresas espanholas. Assim de repente lembro-me da Citigate Sanchis, Inforpres, Estudio de Comunicacion. Para já não falar das networks internacionais (Hill & Knowlton, Porter Noveli Weber Shandwick).
Se é certo que o grosso do mercado continua nas mãos de grupos Portugueses independentes, pode questionar-se a sua exclusiva actuação em território nacional (com excepção, que eu saiba, da operação croata da youngnetwork). Se não há massa crítica para lançar operações individuais fora de portas, pergunto quais as razões que impedem as empresas portuguesas de dar as mãos e lançarem operações profissionais conjuntas sólidas em Espanha ou em outros mercados? Será que a vaidade e os humores são superiores ao racionalismo económico? Ou haverá uma aversão enorme ao risco que torna este sector o mais fiel retrato do empresariado nacional? Enfim ficam estas questões que, no fundo, são também mágoas...
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4.7.08
Negócio do dia
PRWeek reporters 03-Jul-08
WPP has drawn up secret plans to create a global super-agency in a bid to rival the likes of Edelman, Weber Shandwick and Ketchum.
The new venture is being formed out of existing WPP agencies Cohn & Wolfe and GCI. It will trade as Cohn & Wolfe.
WPP bosses were understood to be putting the final touches to the plan as PRWeek went to press.
Media statements have already been drafted and an announcement is expected in the next few weeks. WPP is currently seeking new premises in London to house the UK arm of the merged consultancy.
The marcoms giant is merging the two agencies to gain a global reach and consolidate overlapping practices.
In the UK, the move will see C&W's 100-strong outfit merge with GCI's 40-strong unit by the end of the summer. It will bring an estimated 14 C&W offices in Europe and the US together with an estimated 43 GCI offices worldwide. As yet, no redundancies are expected.
The new company will have a combined UK fee income of £14.25m - placing it at number 11 in this year's PRWeek Top 150. Other WPP agencies Hill & Knowlton and Burson-Marsteller are at numbers six and 15 respectively.
Global CEO Donna Imperato is believed to have instigated the move. A source close to the business said: ‘It is definitely going to happen and it's imminent... Donna Imperato is running the show.'
C&W UK chief executive Fiona Noble will retain her role in the new venture following her recent appointment from Freud.
GCI chief executive Mark Cater will take on an as-yet-unspecified new role. C&W and GCI have forged close links since WPP bought GCI in 2004.
Time line
July 2008 Final preparations for merger of Cohn & Wolfe and GCI Group
June 2008 Fiona Noble starts as CEO at C&W London
April 2008 C&W buys tech shop Axicom
July 2006 Mark Cater made UK CEO at GCI
January 2006 GCI Healthcare team moves into C&W offices
April 2005 Donna Imperato named CEO of C&W/GCI holding company
WPP has drawn up secret plans to create a global super-agency in a bid to rival the likes of Edelman, Weber Shandwick and Ketchum.
The new venture is being formed out of existing WPP agencies Cohn & Wolfe and GCI. It will trade as Cohn & Wolfe.
WPP bosses were understood to be putting the final touches to the plan as PRWeek went to press.
Media statements have already been drafted and an announcement is expected in the next few weeks. WPP is currently seeking new premises in London to house the UK arm of the merged consultancy.
The marcoms giant is merging the two agencies to gain a global reach and consolidate overlapping practices.
In the UK, the move will see C&W's 100-strong outfit merge with GCI's 40-strong unit by the end of the summer. It will bring an estimated 14 C&W offices in Europe and the US together with an estimated 43 GCI offices worldwide. As yet, no redundancies are expected.
The new company will have a combined UK fee income of £14.25m - placing it at number 11 in this year's PRWeek Top 150. Other WPP agencies Hill & Knowlton and Burson-Marsteller are at numbers six and 15 respectively.
Global CEO Donna Imperato is believed to have instigated the move. A source close to the business said: ‘It is definitely going to happen and it's imminent... Donna Imperato is running the show.'
C&W UK chief executive Fiona Noble will retain her role in the new venture following her recent appointment from Freud.
GCI chief executive Mark Cater will take on an as-yet-unspecified new role. C&W and GCI have forged close links since WPP bought GCI in 2004.
Time line
July 2008 Final preparations for merger of Cohn & Wolfe and GCI Group
June 2008 Fiona Noble starts as CEO at C&W London
April 2008 C&W buys tech shop Axicom
July 2006 Mark Cater made UK CEO at GCI
January 2006 GCI Healthcare team moves into C&W offices
April 2005 Donna Imperato named CEO of C&W/GCI holding company
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3.7.08
correcções essenciais (updated)
Os comentários que me têm chegado ao e-mail e à caixa, estão a ser muito interessantes, e vão, por certo, ser curiosas as conclusões. Todavia, e a meio do processo, exigem-se algumas correcções:
1- Nenhuma das pessoas mencionadas saiu da LPM,(com efeito, Luís! Sorry about that)
2- O post que referia a criação de uma nova agência não era do Rui Calafate, antes do João Duarte, e a nova agência a que se referia, não é a do Moreira Rato, mas sim, e de acordo com algumas fontes, que não o João Duarte, a do Maia Cerqueira. (toda a razão João, once again sorry about that!)
3- O Renato não se chama Ricardo, mas sim Renato...Renato Póvoas (what can I say...!!)
Quanto à "mega teoria em gestação",vou continuar a recolher os comentários e e-mails e depois voltamos a este tema.
Muito obrigado a todos
1- Nenhuma das pessoas mencionadas saiu da LPM,(com efeito, Luís! Sorry about that)
2- O post que referia a criação de uma nova agência não era do Rui Calafate, antes do João Duarte, e a nova agência a que se referia, não é a do Moreira Rato, mas sim, e de acordo com algumas fontes, que não o João Duarte, a do Maia Cerqueira. (toda a razão João, once again sorry about that!)
3- O Renato não se chama Ricardo, mas sim Renato...Renato Póvoas (what can I say...!!)
Quanto à "mega teoria em gestação",vou continuar a recolher os comentários e e-mails e depois voltamos a este tema.
Muito obrigado a todos
2.7.08
O mercado das RP em Portugal
O Rui Calafate é sempre uma pessoa muito informada sobre a indústria das RP em Portugal. Avançou há uns dias que iria surgir uma nova consultora de comunicação. Imagino que se referisse à M do Moreira Rato. Além desta, já tinha anunciado uma série delas. Mas o motivo pelo qual estou a escrever não é o de debater as fontes do Rui, antes enunciar uma questão para a qual gostaria da ajuda daqueles que passam pelo On PR. Que razões, estruturais e estruturantes, têm levado uma série de excelentes comunicadores, estrategas e gestores, a sair das consultoras onde estão para lançar estes novos projectos? Lembro-me, assim de repente, do Moreira Rato, do Armandino, do Maia Cerqueira, do Jorge Azevedo e Ricardo Póvoas, do João Tocha; todos eles com percursos profissionais irrepreensíveis passando por consultoras de prestígio ou promissoras (JLM, Cunha Vaz, LPM, Cupido, MediaHealth). Muito gostaria que me ajudassem a perceber isto. Se quiserem fazê-lo por comment ou por mail (aqui ao lado) tentarei (com as minhas capacidades de editor) fazer um resumo dos comentários e dos mails e apresentar uma pequena teoria conjunta (com todos os co-autores), sobre a mudança no mercado da comunicação. Antecipadamente agradecido.
1.7.08
PR Global: International Reputation Management Summit

Em Londres (inevitavelmente!), no Hilton, a 29 de Setembro. Bom programa montado pela Haymarket:a editora do PR Week.
Bons temas e bons oradores:
1-"Balancing Your Local And Global Voices: Structuring Efficient International Communications Teams And Crafting Culturally Sensitive Messages To Engage Global Stakeholders "
2-"Managing Media Messages And Working With Agencies In A Changed Media Landscape To Diffuse Crisis And Protect Your International Reputation"
3-"Successfully Communicating Global Messages In New Markets To Defuse Crisis, Operate In New Markets And Prove PR Pays In A Shifting International Economic Climate"
Preço: £ 727
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